Desafio
Criar uma presença institucional útil para pacientes e demonstrar uma equipe sem fazer um conceito de portfólio parecer uma clínica em operação.
GCR Studio · Projeto conceitual
Uma experiência de saúde construída a partir das perguntas reais de novos pacientes — com conteúdo clínico responsável, arquitetura bilíngue e transparência sobre o que ainda exigiria verificação.

Criar uma presença institucional útil para pacientes e demonstrar uma equipe sem fazer um conceito de portfólio parecer uma clínica em operação.
A arquitetura foi comparada com clínicas brasileiras e internacionais. Os padrões mais consistentes foram: história e identidade claras, profissionais identificados, especializações, primeira visita, informações práticas e conteúdo que reduz ansiedade antes do contato.
A home apresenta primeiro a origem do consultório, os profissionais e suas especializações. Tratamentos, primeira consulta, estrutura clínica e unidades aparecem depois, quando a confiança institucional já está estabelecida.
A linguagem evita manifesto abstrato, superlativos e promessas. Hierarquia, contraste, retratos profissionais, fotografia de espaço e áreas de respiro aproximam o projeto de uma instituição de saúde contemporânea.
Conteúdo tipado, rotas equivalentes e troca de idioma preservam o contexto de cada página. A versão em inglês foi escrita para soar natural, não como tradução literal.
Os dois perfis e seus retratos gerados são declarados como fictícios na própria seção. Não há CRO, responsável técnico, endereço, depoimento, antes/depois ou resultado inventado; o planner não transmite dados.
Hierarquia semântica, foco visível, suporte a teclado, diálogos nativos, skip link, alvos de toque, contraste e movimento reduzido orientam a implementação.
Em uma implantação real, os perfis-conceito seriam substituídos por nomes, registros, formações, responsável técnico e escopos comprovados documentalmente.